24 brincadeiras divertidas para fazer em casa com as crianças


Taysa Coelho
Taysa Coelho
Jornalista

Fazer brincadeiras com as crianças em casa é divertido, barato e pode ajudar a desenvolver habilidades motoras, sociais, cognitivas, além da criatividade.

Reunimos as 24 brincadeiras infantis mais legais para fazer com itens que já estão em sua casa. Confira!

Caça ao tesouro

Crianças leem pistas na brincadeira de caça ao tesouro

Idade mínima sugerida: 3 anos
Habilidades desenvolvidas: resolução de problemas, exploração do ambiente, cooperação e trabalho em equipe.

Nesse jogo divertido, as crianças precisam seguir pistas para achar um tesouro escondido. A primeira pista indica onde está segunda e, assim por diante, até chegar à recompensa final.

Para tornar ainda mais desafiador, crie charadas para adivinharem os lugares. "Sou usada todo dia, mas dizem que sou uma fria", pode ser uma forma para descrever a geladeira, por exemplo.

O nível de dificuldade das dicas deve variar conforme a idade e capacidade de compreensão da criança. Se forem muito pequenas, pode substituir as palavras por desenhos.

Estátua

Menino de gorro laranja abre os braços em frente a um fundo azul claro

Idade mínima sugerida: 3 anos
Habilidades desenvolvidas: autocontrole, resiliência, coordenação, equilíbrio, sociabilidade e escuta.

Essa brincadeira clássica não precisa ficar restrita às festas infantis. Só é preciso de música e de uma pessoa para comandar o jogo.

Os jogadores devem dançar normalmente, mas, quando o som parar, precisam ficar imóveis, na posição em que estão. Aquele que se mexer primeiro sai e não segue para as rodadas seguintes.

Depois, é só repetir até que fique apenas um competidor, que será o vencedor. Se preferir, pode combinar poses específicas com a garotada, como de animais, formas geométricas e letras.

Boliche

Torre de copos descartáveis coloridos em frente a uma parede clara

Idade mínima sugerida: 3 anos
Habilidades desenvolvidas: coordenação olho-mão, cooperação, matemática simples e paciência.

Sabia que é possível brincar de boliche com materiais que você provavelmente tem em casa? Junte garrafas de plástico do mesmo tamanho ou copos descartáveis para usar como pinos e providencie uma bola pequena.

Posicione as garrafas para que formem uma letra V ou monte uma pilha com copos, em que a base terá uma quantidade maior (como na imagem acima).

Os jogadores deverão tomar certa distância e lançar a bola com a mão, de modo que ela role pelo chão (não vale arremessar direto contra o alvo). Ganha quem derrubar mais itens de uma só vez.

Se não tiver nenhuma bola, pode encher um pé de meia com jornal amassado, dando um formato redondo. Depois, é só costurar a extremidade aberta.

Batata quente

Idade mínima sugerida: não há
Habilidades desenvolvidas: coordenação olho-mão, escuta, agilidade, atenção e sociabilidade.

Batata quente é daquelas brincadeiras que dão um friozinho na barriga. Para jogar, é preciso apenas de uma batata crua. Se não tiver, pode substituí-la por uma bola, bicho de pelúcia ou qualquer outro objeto que não quebre ou machuque.

Os participantes devem ficar em uma roda, enquanto uma pessoa será a responsável por comandar a música. O item deve ser passado rapidamente de mão em mão. Aquele que estiver com o objeto na hora em que o som parar, perde e precisa deixar a roda.

Quem conseguir ficar com as mãos vazias quando o som parar pela última vez, será o vencedor.

Jogos de memória

Três meninos sentados no chão tomando sorvete e rindo

Idade mínima sugerida: 4 anos
Habilidades desenvolvidas: concentração, memória de curto prazo, criatividade e vocabulário.

Para se divertir com essa brincadeira, é necessário apenas criatividade, atenção e boa memória. Um dos participantes começar uma frase que permita criar uma sequência de itens. Cada pessoa precisa repetir o que foi dito anteriormente e acrescentar um novo item.

Por exemplo:
- Fui a um piquenique e levei um bolo de chocolate.
- Fui a um piquenique e levei um bolo de chocolate e um suco de abacaxi.
- Fui a um piquenique e levei um bolo de chocolate, um suco de abacaxi e pão doce.

Quem errar, deixa o jogo. O vencedor é aquele que conseguir repetir tudo sem se esquecer de nada.

Outros exemplos de situações para brincar:

  • Fui ao zoológico e vi...
  • Fui acampar e levei...
  • Fui ao mercado e comprei...
  • Fui viajar e levei….

Cabana

Menino ruivo lê livro com lanterna embaixo das cobertas

Idade mínima sugerida: não há
Habilidades desenvolvidas: criatividade, noção espacial, cooperação e resiliência.

Que tal acampar sem sair do quarto? Para montar sua própria cabana, precisará de duas cadeiras e um lençol ou cobertor.

Vire as cadeiras de costas uma para a outra e deixe um espaço entre elas, que será onde a criança irá brincar. Se a coberta for muito grande, utilize quatro cadeiras.

Jogue o tecido sobre os encostos para fazer o teto. Se quiser, forre o chão com edredom, almofadas, lanternas e o que mais for necessário para tornar a brincadeira aconchegante.

O chão é lava

Menino é erguido no ar pelas mãos por um homem e uma mulher

Idade mínima sugerida: 3 anos
Habilidades desenvolvidas: imaginação, agilidade, atenção e coordenação motora.

Essa brincadeira é muito simples e pode ser feita em qualquer lugar. Se alguém gritar O chão é lava, todos têm que encontrar um lugar para ficar que não seja o chão rapidamente. Vale cadeira, sofá, degrau da escada ou qualquer outro lugar seguro.

Se não quiser que seus pequenos fiquem em pé nos móveis, pode improvisar criando pequenas ilhas. Pode usar almofadas, tapetes com antiderrapante ou folhas de papel coladas no chão com fita ao redor das bordas, entre outras opções.

Elástico

Idade mínima sugerida: 6 anos
Habilidades desenvolvidas: coordenação motora, agilidade, consciência corporal, cooperação, flexibilidade e equilíbrio.

Para brincar de elástico só é preciso de um pedaço de elástico de cerca de 4m, com as pontas amarradas. O item pode ser encontrado facilmente em papelarias.

Se tiver companhia, 3 jogadores devem participar: dois seguram o elástico com as pernas e o outro salta. Caso contrário, basta usar duas cadeiras como suporte.

O jogo começa com o elástico na altura dos tornozelos. Nas etapas seguintes, sobre para o joelho e, depois, para a cintura. Entretanto, para passar de nível, é necessário acertar a combinação de passos, que pode variar.

Abaixo explicamos uma delas:

1. Pular com os dois pés ao mesmo tempo no centro do elástico;
2. Pular com os dois pés ao mesmo tempo para fora do elástico;
3. Pular com os dois pés ao mesmo tempo sobre o elástico;
4. Virar o o corpo para um dos lados. Ao pular, com um dos pés, cruzar um lado do elástico sobre o outro;
5. Saltar com os dois pés ao mesmo tempo para fora do elástico.

O vídeo abaixo mostra outra forma de brincar:

Ao concluir todos os níveis saltando com os pés juntos, pode fazer variações nos saltos. Entre elas, pular e arrastar os pés para trás (estilo rasteirinha) ou pular com um pé de cada vez (estilo cavalgada).

Brincadeiras com papel

Algumas folhas de papel e canetas ou lápis podem ser o suficiente para fazer o tempo passar de forma divertida. Em uma época em que se consome muito conteúdos digitais, o analógico pode ser um diferencial para atiçar a curiosidade das crianças.

Forca

Jogo da forca como se estivesse desenhado em um quadro de giz

Idade mínima sugerida: 6 anos
Habilidades desenvolvidas: aprimorar ortografia, resolução de problemas, pensamento abstrato e concentração.

Nessa brincadeira para dois jogadores, um deve pensar em uma palavra, enquanto o outro, tenta adivinhar. Para isso, devem ser desenhados, no papel, tracinhos que correspondam à quantidade de letras. Se escolher banana, por exemplo, precisará escrever: _ _ _ _ _ _.

Caberá à outra pessoa arriscar quais as letras que acredita ter. Se acertar, a letra deverá ser escrita no lugar correspondente. Ainda no exemplo da banana, se alguém sugerir A, os espaços devem ser preenchidos como _A_A_A.

Sempre que errar, será traçada uma parte do corpo de um boneco de palitinho na forca, começando pela cabeça. Se a pessoa acertar a palavra antes de o personagem terminar de ser desenhado, ganha.

Caso não adivinhe após desenhar todos o boneco, acaba o jogo e quem está tentando acertar perde.

Adedanha/ Adedonha/ Stop

Idade mínima sugerida: 7 anos
Habilidades desenvolvidas: memória, imaginação, concentração, ampliação do vocabulário, pensamento rápido e socialização.

A Adedonha requer pensamento rápido e criatividade. Para começar, os participantes devem escolher temas, como Nome, Comida, Animal, CEP (cidade, estado ou país), Celebridade e o que mais quiserem.

Depois, precisam sortear uma letra e preencher as categorias apenas com palavras quem comecem com ela. Por exemplo, se sair a letra B, deverá dar respostas como Bruna, Bolacha, Boi, Brasil, etc.

Quem terminar primeiro, grita Stop e todos param de escrever. Cada resposta correta vale 10 pontos. Se duas ou mais pessoas responderem a mesma coisa, fazem apenas 5 pontos cada. Ganha a rodada quem somar o maior número de pontos.

Jogo da velha

ilustração de um jogo da velha em um quadro desenhado em giz

Idade mínima sugerida: 4 anos
Habilidades desenvolvidas: coordenação motora fina, pensamento estratégico, pensamento lógico-matemático, sociabilidade e resolução de problemas.

O Jogo da Velha é para jogar em dupla. Desenhe uma tralha (#) no centro da folha e escolha se quer usar o X ou o O. Um participante deverá inserir o símbolo decidido em um dos espaços vazios e, então, será a vez do outro.

O revezamento termina quando alguém formar uma linha, coluna ou diagonal com os seus símbolos, ganhando a partida. Se nenhum dos dois conseguir, é porque deu velha.

Brincadeiras com fita adesiva

Uma ideia na cabeça e uma fita adesiva na mão podem resultar em muitas brincadeiras.

Salto a distância

Menino se prepara para saltar linhas feitas de fita adesiva no chão
Reprodução/What Moms Love

Idade mínima sugerida: 3 anos
Habilidades desenvolvidas: senso de ritmo e tempo, agilidade e coordenação dos movimentos dos braços e pernas.

Cole a fita no chão em linhas paralelas, com distâncias diferentes umas das outras. O desafio é de, a cada vez, pular mais longe. Também é possível aumentar o desafio propondo que pule em um pé só, de costas, agachado ou como a imaginação mandar.

Corda bamba

Idade mínima sugerida: não há
Habilidades desenvolvidas: equilíbrio, noção espacial, coordenação motora grossa, agilidade e concentração.

Trace um caminho de fita adesiva no chão e defina que só é permitido andar sobre ele. Para aumentar o nível de dificuldade, inclua zigue-zagues e espirais. Quando ficar muito fácil, faça o percurso pulando em um pé só ou andando de costas.

Teia de aranha

Teia feita com fita adesiva em porta em que criança joga pedaços de papel
Reprodução/What Moms Love

Idade mínima sugerida: não há
Habilidades desenvolvidas: coordenação motora grossa, noção espacial e solução de problemas.

Na moldura de uma porta aberta, cole várias tiras de fitas adesivas na diagonal, de um lado ao outro. Faça uma espécie de emaranhado, com a parte da cola virada para onde a criança ficará.

Depois, amasse pedaços de papel e dê para as crianças jogarem na teia. A diversão está em conseguir fazer com que fiquem grudados nas fitas.

5 Marias

Idade mínima sugerida: 6 anos
Habilidades desenvolvidas: lateralidade, agilidade e coordenação motora.

A brincadeira das 5 Marias exige agilidade e boa visão periférica. Para jogar, é preciso apenas de 5 pedrinhas com aproximadamente o mesmo tamanho. Ou de saquinhos de tecido, recheados com a mesma quantidade de arroz ou farinha.

Para começar, deverá lançar todas para cima e deixar com que caiam no chão. Depois, pegue uma delas e jogue para o alto. Antes que caia, com a mesma mão, agarre outra pedra do chão e, em seguida, capture aquela que havia lançado para cima.

Depois, deve repetir o processo adicionando uma pedra a cada rodada. O jogo termina quando conseguir ficar com as 5 Marias na mão.

O vídeo abaixo explica em detalhes como brincar:

Corrida do ovo

Ovos coloridos apoiados em três colheres

Idade mínima sugerida: 3 anos
Habilidades desenvolvidas: coordenação olho-mão, equilíbrio, paciência e de seguir instruções.

Outro clássico de festas infantis que pode ser jogado em casa. Coloque os participantes em linha, um ao lado do outro, e dê uma colher a cada um deles. Peça para que coloquem a parte da pega na boca e equilibrem um ovo na parte côncava.

Quando todos conseguirem estabilizar o ovo sem as mãos, alguém deverá dizer para dar a largada. Quem conseguir chegar à linha de chegada primeiro, com o ovo ainda na colher, ganha.

Se, por acaso, não quiser sujar o chão de ovo, pode substituí-lo por uma bolinha de ping-pong, um limão, uma batata pequena, etc. As crianças pequenas podem levar o talher na mão em vez de carregá-la na boca.

Bexiga no ar

Duas crianças brincam com uma bexiga vermelha sobre o gramado

Idade mínima sugerida: não há
Habilidades desenvolvidas: coordenação olho-mão, resiliência e sociabilidade.

Bexiga, balão, bola de aniversário. Independente de como chama esse simples pedaço de borracha ou látex, ele pode render momentos divertidos. Basta pegar uma bexiga cheia e desafiar as crianças, dizendo que não podem deixar cair no chão.

É possível dificultar ao jogá-la para baixo ou para longe, fazendo com que os pequenos se esforcem para alcançá-la. Ou, ainda, colocar duas ou mais bolas no jogo.

Atenção: crianças menores de 8 anos devem brincar supervisionadas por adultos. Há o risco de sufocamento caso engulam um balão vazio ou estourado.

Desafio em 3 pernas

Idade mínima sugerida: 4 anos
Habilidades desenvolvidas: sociabilidade, trabalho em equipe, equilíbrio, comunicação, coordenaçao motora grossa e seguir regras.

Que tal estimular o trabalho em equipe enquanto os pequenos se divertem? Use um estabilizador de joelho (joelheira), uma bandagem ou um tecido elástico para unir a perna direita de uma criança à esquerda da outra.

Então, as desafie a fazer atividades simples, como correr até algum ponto ou dançar uma música. Ou, ainda, crie um circuito com obstáculos, como bambolês, almofadas e vassouras atravessadas, para conseguirem ultrapassar juntos.

Origami

Origami em forma de porco

Idade mínima sugerida: 3 anos
Habilidades desenvolvidas: visualização espacial, resolução de problemas, criatividade e coordenação motora fina.

Origami é uma arte japonesa cujo nome significa, literalmente, dobrar papel. Mas não é preciso ser um artista para fazer dobraduras mais simples, como chapéu, barco, peixe, cachorro ou coração, por exemplo.

Se não conhecer nenhuma técnica, consegue encontrar diversos exemplos na internet, que mostram passo a passos fáceis de seguir.

Quente e frio

Idade mínima sugerida: 2 anos
Habilidades desenvolvidas: seguir direções, imaginação, resolução de problemas e compreensão das escalas de temperatura.

Escolha um item e esconda em algum lugar da casa. Em seguida, peça para as crianças procurarem. As únicas dicas que pode dar é dizer se está quente, quando se aproximarem do objeto escondido, ou se está frio, quando estiverem longe.

Para facilitar, também pode dizer se a temperatura está esfriando ou esquentando, se está morno, pelando ou congelando. Quem encontrar, será o próximo a esconder algo e a dar as orientações a quem procura.

Pista de corrida de carros

Pista de corrida de carros desenhada com papel

Idade mínima sugerida: 2 anos
Habilidades desenvolvidas: imaginação, noção espacial, coordenação motora grossa e fina.

Transforme a sua sala ou quarto em uma pista de corridas de carro. É possível colar fita adesiva para criar o caminho pelo chão ou desenhá-lo em folhas de papel. Depois, as cole no chão com fita adesiva, na ordem correta.

Use linhas paralelas para traçar as ruas, faça curvas e cruzamentos e torne o percurso mais dinâmico.

Cama de gato

Idade mínima sugerida: 5 anos
Habilidades desenvolvidas: coordenação motora fina, concentração, resolução de problema, resiliência, sociabilidade e criatividade.

Essa é uma brincadeira que provavelmente seus avós brincavam. Tudo que se precisa é de um pedaço de, mais ou menos, 1 metro de barbante com as extremidades amarradas.

O primeiro passo e colocá-lo em suas mãos posicionadas de frente uma para outra. Com os dedos do meio, puxe os fios das mãos opostas, formando uma espécie de teia.

Em seguida, outra pessoa deve tirar o barbante de suas mãos com um movimento. E, assim, vão passando de uma para outra sem desfazer o emaranhando. O vídeo abaixo mostra os principais movimentos:

Massinha/massa de modelar caseira

Massa de modelar caseira em formato de arco-íris

Idade mínima sugerida: 2 anos (com supervisão)
Habilidades desenvolvidas: coordenação motora fina, criatividade e coordenação olho-mão.

Sabia que é possível fazer a sua própria massinha em casa? Para isso, de acordo com o site Massa Cuca, precisará de:

  • 4 copos de farinha de trigo
  • 1 copo de sal
  • 1 copo e meio de água
  • 2 colheres de sopa de óleo
  • 1 colher de sopa de vinagre
  • Corante alimentar (opcional)

Junte os ingredientes e misture com as mãos, até chegarem a uma textura de massa de modelar. Se ficar muito seco, acrescente água. Caso fique mole demais, adicione mais farinha.

O corante é usado para deixar a massinha com uma cor mais atrativa. Depois, é só soltar a imaginação e criar as suas formas preferidas.

Mas fique atento! Como a massinha é composta por materiais perecíveis, ela estraga após alguns dias e deverá ser jogada fora, ok?

Mímica

Idade mínima sugerida: 5 anos
Habilidades desenvolvidas: comunicação não verbal, sociabilidade, vocabulário, autorregulação, atenção, imaginação e criatividade.

Mais um clássico, a mímica não poderia ficar de fora da nossa lista. Os participantes podem definir um tema para as palavras ou frases que serão representadas. Por exemplo, filmes, animais, profissões, personagens, nome de música e o que a imaginação permitir.

Depois, uma das pessoas deve tentar fazer com que as demais acertem apenas com gestos. Não é permitido falar, mexer os lábios ou desenhar (nem mesmo no ar).

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Taysa Coelho
Taysa Coelho
Movida pela curiosidade, adora conhecer coisas novas e acredita que, por isso, se tornou jornalista. No tempo livre, gosta de ir à praia, ler, ver filmes e maratonar séries. Carioca formada pela UFRJ, atualmente vive em Portugal, país que adotou.